O mapa dos lugares onde a gente é bem-vinde, feito por nós. Diga quanta cor tem cada bar, café, restaurante, hotel e balada. E guarde, sem nome, o que não deveria ter acontecido na rua. Feito por quem viveu, para quem vem depois.
O app não pergunta quantas estrelas. Pergunta quanta cor. Quatro perguntas de 1 a 5, respondidas por quem esteve lá. O arco-íris deixa de ser adesivo na vitrine e vira medida.
A equipe te tratou bem? Sem constrangimento, sem olhar torto, sem insistir no "senhor".
Dava para ficar à vontade com quem você ama? De mãos dadas, um beijo, sem plateia.
Usou o que quis, sem ser questionade.
E as outras pessoas no ambiente? Quem estava em volta, não a equipe.
Cada critério tem um peso. Onde o risco é maior, o peso é maior.
O selo diz o que fazer com o número. "Opiniões divididas" existe porque o acolhimento muitas vezes depende de quem está no turno.
Selo e ranking só aparecem a partir de cinco avaliações. Antes disso, o lugar mostra "Quanta cor tem esse lugar? Seja a primeira pessoa a dizer."
Um relato é fato, local e apoio. Sem nome, sem perfil, sem ninguém saber quem escreveu. Nem a moderação.
Dois campos, os dois opcionais. Quem registra acabou de passar por algo, e nada deve ser obrigatório no pior momento.
Quem responde ajuda a mostrar onde e quando a violência se repete: a praça à noite, o ponto de ônibus de madrugada.
Violência acontece no beco, na praça, no ponto de ônibus. Relato na esquina não derruba a nota do bar. Quem perde confiança é a região, e o app avisa quem vai passar por ali.
Só o relato que aponta o próprio lugar desconta da nota dele. O resto aparece como contexto da rua: "Região com relato", nunca como defeito do bar.
Sem relato, o app nunca diz "área segura". Diz que ninguém registrou ainda. Com pouca gente usando, ausência de relato é ausência de gente, e dizer o contrário seria o erro mais perigoso possível.
O que foi relatado na área, por tipo, onde e quando, junto dos lugares acolhedores dela. É onde os dois lados do app se encontram.
O botão no topo do app disca direto. Abaixo dos números nacionais, os serviços LGBT da sua cidade.
Quem passou por algo não sai do app com um formulário na mão: sai com um telefone para ligar.
Sábado à noite, evitem a Riachuelo entre a Tiradentes e a XV. Vão pela Marechal.
Vocês não estão sozinhes. O Centro de Cidadania atende sem agendamento.
Alguém conhece advogade que atenda caso de discriminação no trabalho?
Um mural por cidade, com a mesma regra de anonimato e moderação dos relatos.
O banco guarda o relato sem expor quem escreveu. Nem quem administra o app consegue ligar texto a pessoa.
Não tem seguidor, não tem foto, não tem mensagem direta. Não há como alguém te procurar pelo app.
Lista pública vira alvo. O selo vem da avaliação da comunidade, não de um rótulo na vitrine.
Bares, cafés, restaurantes e baladas já estão no mapa. Falta a opinião de quem frequenta. As primeiras avaliações são as que fazem o app existir.
Funciona em qualquer cidade do Brasil. Estas quatro são onde a gente começa a pedir avaliação.
A Irisa está em fase de testes. Quem entra agora usa antes de todo mundo e ajuda a desenhar o mapa desde o primeiro lugar.
O da conta Google do seu Android, aqui em cima. Nada mais.
Um link para instalar pela Play Store, como qualquer app.
Avalie os lugares que você já frequenta. Achou algo estranho? Conta pra gente.
Sem uma organização que já está há anos nesse trabalho, o app é só um app bonito. Com ela, é instrumento.